terça-feira, março 2

:,-( Desabafos...

Dores de dentes...
Essas dores em que o nervo se estende até à alma.
É aí onde a inflamação se torna mais grave.
Onde a Dor se prende num fio muito curto.
Tão curto que qualquer pequena oscilação o faz separar do que faz força e o mantem estável.

É confuso... E acima de tudo estranho.
Já dizia o poeta: "É um contentamento descontente"

É giro que por vezes ao fechar os olhos, se consegue ver tudo a rodopiar.
tudo num entrecruzar de conversas... Das já feitas, das ainda por existir.
O ver dos gestos de carinho e dos de ódio, e como aquilo tudo se une e funde, num só segundo, em que se fecha os olhos.
E se deixa rodopiar.

Estranho é, por vezes o que para nós é uma pequena felicidade, aos olhos de outros ser motivo de tristeza...
E tentar compreender... Tentar e não conseguir.
Leva-me a parar.
E esperar... sabendo sempre que não posso esperar muito...
Se não compreendo é parar de tentar.
É porque não era para perceber!

Dores de dentes... E os analgésicos?
Esses não fazem nada... são demasiado superficiais.
É necessário coisas fortes... Dessas Bem fortes!
E mesmo que a dor passe... Já nada é igual!
Já se teve a dor... Já se teve de extrair o mal...
Por muito que se tente, as coisas depois são diferentes


Decisões... essas deixo-as para depois... para já SORRIO! (ainda que sem saber se é bom ou mau)

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